quinta-feira, 30 de agosto de 2018

PINTADO ASSADO NA CHAPA -FOGÃO A LENHA

Responsável  pela elaboração João Calazans (Filho)



  Tudo muito simples mas delicioso, com o tempo aprendemos a tirar na natureza somente o que consumimos, estamos muito bem com essa filosofia de vida!

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Sobrinhos Paschoal

Este ano recebemos a Visita do Meu Sobrinho Marcelo, em nossa Linda Alta Floresta- MT.
Em 2019, iremos ter a visita do Sobrinho Preto de Família...não vejo a hora  


RESPEITAR OS LIMITES



Para pescar tem que ser paciente e perseverante, sabe quando jogamos a isca, e percebemos aquela fisgada e indescritível para o pescador... é quando perdemos o peixe, “olha que esse peixe era tão grande”, já pensaram que os peixes perdemos nunca é pequeno....
Então com tempo vamos entendendo que, não precisamos encher o freezer, caixas de isopor, o bom pescador NÃO aquele, que coleta a maior quantidade / quilos de peixes, que muitas vezes não consome, só faz pelo prazer se vangloriar “ Eu sou o ...”
 Um pescador QUE devolve um peixe ao rio por reconhecer que não precisa ter além do consegue consumir, ganha meu respeito.
Existem várias leis no Brasil, tanto a nível federal, quanto estadual, para a proteção dos peixes, definindo épocas de pesca, tamanhos, pesos mínimos, material de utilização proibida, etc... É importante que você respeite todas elas. Mas a lei que você tem que respeitar mesmo é a da natureza.
 Pescar uma fêmea com centenas e centenas de ovas prestes a se transformarem em filhotes é uma atitude que lei nenhuma precisaria dizer que não é correto.
 
Muitos pescadores insensatos, quando promovem pescarias na época da piracema, fazem de tudo para fugir e se esconder dos fiscais. 
Quando não existirem mais peixes, talvez tenham que fugir e se esconder atrás de suas consciências.
Então vamos Pescar com Sabedoria, obedecendo a leis da natureza.
 Hoje em dia existem inúmeras informações sobre as verdades, limites do que é certo ou errado. Vivemos em constantes aprendizados é necessário aprender a conviver com a diversidade.
Vivemos em sociedade que tem acesso a informação então vamos refletir é crescer enquanto indivíduo, só assim nossa sociedade terá um futuro com a mesma riqueza, sem lamentações ou ações reparadoras, como fazem hoje “ reflorestando” o que o próprio homem destruiu um dia...  
Texto –Rose Calazans- Professora.


"RIO TELES PIRES"

                              Diversidades & Natureza









segunda-feira, 9 de julho de 2018

DELICIAS DA CULINARIA DA ILHA DOS GUERREIROS

  
 FEITO E TESTADO COM O ARROZ CARRETEIRO COM SOBRAS DE CHURRASCO
Feito por João direto da Ilha
     

Ariranha!

A ariranha (Pteronura brasiliensis) é um mamífero endêmico da América do Sul. É um animal semiaquático e vivem em regiões úmidas como as margens dos rios, lagos e pântanos, sendo comum nos rios da Amazônia e do Pantanal. Vivem aproximadamente 20 anos. Possuem hábitos diurnos, vivem em bando de até dez indivíduos. Costumam fazer tocas debaixo das raízes das árvores próximas das margens dos rios, para se abrigarem durante a noite.

 
Filmagem barranco Ilha dos Guerreiros -João 
 São carnívoros, se alimentam de peixes, crustáceos e moluscos que encontram nos rios, e ainda de pequenos mamíferos e aves aquáticas. Sua mordida é bem forte, facilitando abocanhar e matar suas presas. São ótimos nadadores, até porque é mergulhando que capturam alimento.
Muitas pessoas confundem a Ariranha com lontra, mas há uma diferença  as principais são. A primeira delas é o tamanho, as ariranhas são maiores que as lontras, podem medir até 1,80 metros de comprimento, incluindo a cauda, e pesam cerca de 35 Kg.  Já as lontras chegam a medir 1,30 metros, incluindo a cauda, e pesando 25 Kg. Sendo os machos de ambas as espécies sempre maiores que as fêmeas.
 Outra diferença é que o hábito e o habitat delas são diferentes, a ariranha é diurna e a lontra é mais noturna. As ariranhas são nativas da América do Sul, as lontras podem ser encontras na Europa, nas Américas, na Ásia e na África. As lontras (Lutra lutra) possuem a pelagem um pouco mais clara que das ariranhas e também são ótimas nadadoras.
 
Infelizmente tanto a ariranha quando as lontras sofrem com o risco de extinção, principalmente devido à perda do habitat, ao desmatamento para expansão da urbanização e destruição das matas ciliares. A mineração também é um fator que contribui devido a contaminação de mercúrio nos rios. E ainda, no caso das lontras, a caça para comercialização de sua pele. Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), o estado de conservação da ariranha está na categoria “em perigo” e o da lontra está na categoria “quase ameaçada”.(pesquisa feita pela internet dia 09/07/2018, siteww.ultimosrefugios.org.br)
 

Peixes de água doce do Brasil - Traíra (Hoplias malabaricus)

Mais uma tarde de sorte, quando se deixa a vara com isca no barco...de repente houve -se uma barulho forte que se bate nas laterais dos barco ...então vela a beleza do peixe .
         Bruta a criança... Pescada por João ...na beira da Ilha dos Guerreiros.
Vamos conhecer um pouco sobre este peixe:
Nomes populares

peixe de água doce chamado Traíra é conhecido popularmente como Lobó e Tararira.

Nome científico

Hoplias malabaricus.

Distribuição geográfica

Sua espécie é distribuída em  todo território nacional.

Habitat

A Traíra habita águas paradas de lagos, represas, brejos, remansos e rios, tendo preferência por barrancos com vegetação, onde espreitam e emboscam suas presas.

Alimentação

A Traíra é um peixe carnívoro, alimentando-se de pequenos peixes, rãs e insetos. Espera a presa imóvel, junto ao fundo de lama ou em locas de pedras, desferindo um bote rápido e fatal.

Reprodução

Na época da reprodução, as traíras se reúne em casais e preparam o lugar da desova.

Características     

A Traíra é um peixe de escamas. Possui corpo cilíndrico, boca grande, olhos grandes e nadadeiras arredondadas, exceto a dorsal. Sua coloração é marrom ou preta manchada de cinza. Possui dentes poderosos e afiadíssimos. Sua língua é áspera ao tato, o que a diferencia do trairão, que apresenta a língua lisa. É um peixe utilizado em açudes e represas como controlador de populações demasiadamente prolíficas, como tilápias e piabas. Tem alta resistência a locais com pouco oxigênio. Apesar do excesso de espinhas, em algumas regiões é bastante apreciado como alimento.  Pode atingir 60 cm de comprimento e 4 K de peso.

Tem Varias Formas de Degustar este Peixe  
Frito;
Pirão;
Tortas;
Pasteis 
Rissoles

Traira assada ,com arroz branco e pirão.( imagem Internet)

                                                                 Torta com recheio de Traíra( imagem internet)

                                                       Bolinhos  de Traíra (imagem internet)
 Receita 

 

  • 1 kg de filé de traíra
  • farinha de mandioca temperada
  • 3 ovos
  • sal à gosto
  • tempero especial para peixe

Preparo:
tire o filé da traíra e passe-o no moedor de carnes 2 vezes.
faça bolinhas do filé já moído, depois tempere-o e passe-o no ovo e depois na farinha.
frite o filé até atigir uma coloração dourada.
dica: pode ser servido com requeijão acompanhado; para que a farinha não solte e não grude na frigideira, fure um dente de alho com um garfo e coloque à fritar junto com o filé.
Vale a criatividade.